quinta-feira, 25 de março de 2010

Portimão: Pilotos do Mundial de Superbike prometem muita competitividade


O presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, recebeu, ontem à tarde, nos Paços do Concelho, alguns dos principais pilotos que competem neste fim-de-semana na segunda ronda do Mundial de Superbike, marcada para o Autódromo Internacional do Algarve.
Michel Fabrizio, James Toseland, Jonathan Rea, Max Biaggi, Leon Haslam, Ruben Xaus, Tom Sykes, Miguel Praia e Eugene Laverty foram unânimes nos elogios ao traçado da pista algarvia e garantiram uma prova cheia de competitividade, que se espera ser presenciada por cerca de 40 mil espectadores, número adiantado por Paulo Pinheiro, administrador do Autódromo.
O responsável sublinhou na ocasião que, no primeiro ano de existência, aquele equipamento desportivo “teve um impacto directo na economia local na ordem dos 4,2 milhões de euros, o que constitui um significativo retorno à aposta feita e aos apoios recebidos.”
Ao destacar a presença em Portimão de sete construtores, “o maior número no que toca a todos os campeonatos de motociclismo que se realizam nesta temporada desportiva, o que assegura desde logo a máxima competitividade”, Paulo Pinheiro expressou a vontade da equipa da casa ¬– Parkalgar Honda – em querer conquistar o título mundial, contando para isso com a classe dos pilotos Miguel Praia e Eugene Laverty, o triunfador da prova de abertura, realizada na Austrália.
Manuel da Luz saudou os pilotos presentes, “actores de um dos mais espectaculares campeonatos mundiais do desporto motorizado”, distinguindo “a visibilidade que a prova terá, através de imagens cheias de emotividade e adrenalina que serão passadas em dezenas de países, o que prestará um forte contributo ao sector turístico, tão importante nesta fase de redução da procura.”
O autarca chamou a atenção para o exemplo do Autódromo, localizado no Sítio do Escampadinho, em plena zona rural do município, “concretizado em contra-ciclo com o actual cenário económico e conjuntural, bastante desfavorável, pelo que este é um paradigma do querer, da coragem e de visão de futuro.”