quarta-feira, 7 de abril de 2010

em Olhão: Ana Jorge Anuncia "mais cinco unidades de cuidados de longa duração para o Algarve"







Após a cerimónia de lançamento da primeira pedra da futura Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração de Olhão, que será construída pela Associação Cultural e de Apoio Social local e comparticipada em mais de 700 mil euros pelo programa Modelar, Ana Jorge adiantou que "para o Algarve estão projetadas mais cinco" unidades.
"Isto equivale a dizer que entre longa e média duração são cerca de 176 camas que estão aprovadas até 2011 e que entre este ano e o próximo estarão a funcionar", sublinhou a ministra, para quem estas unidades são "um grande contributo para toda a rede dos Cuidados Continuados Integrados" do país.
A governante revelou que no restante território português "existem cerca de quatro mil a cinco mil camas" e o Ministério da Saúde "quer antecipar o máximo possível os objetivos para 2013 a mais curto prazo e criar mais 4000 camas".
A ministra da Saúde, Ana Jorge, quer antecipar as metas definidas para 2013 na criação de camas de Cuidados Continuados Integrados em Portugal, duplicando o mais rápido possível as mais de 4000 existentes em todo o território nacional.
"Este é um processo sempre moroso, exige uma avaliação das candidaturas com todo o rigor e cuidado e depois todo o processo de construção que leva o seu tempo, mas é esse o nosso objetivo", afirmou Ana Jorge, frisando que também "o apoio domiciliário integrado é um elemento essencial nos Cuidados Continuados Integrados" e "o Algarve tem o maior número de equipas por concelho".
"Tivemos há relativamente pouco tempo no Barlavento a atribuir unidades móveis que permitem às equipas chegar de forma mais fácil a casas dos utentes, em todo o país o mesmo, e temos feito esforço com a Segurança Social e os agrupamentos dos centros de saúde para criar equipas de apoio domiciliário integrado dentro daquilo que são as unidades de cuidados na comunidade",finalizou.
fonte:Diário Digital

Albufeira: AUTARQUIA E APAL ASSINAM PROTOCOLO




Promoção turística e Desenvolvimento Económico envolve Autarquia e Associação

O protocolo de colaboração entre o Município e a APAL – Agência de Promoção de Albufeira foi assinado na passada 2ª feira. A Agência ficará dotada de verba para promover de modo mais eficaz as potencialidades de Albufeira. Desde já, a certeza de uma reconquista: o mercado escandinavo.
Foi assinado em cerimónia pública, o protocolo de colaboração entre o Município de Albufeira e a APAL – Agência de Promoção de Albufeira. A cerimónia decorreu no Salão Nobre dos paços do Concelho e envolveu diversas entidades e empresários locais. O documento implica uma comparticipação financeira, por parte da autarquia que atingirá os 120 mil euros.
Este protocolo vai permitir a continuidade das acções de promoção do destino Albufeira, junto do mercado interno e estrangeiro. Nos últimos anos, o trabalho realizado por APAL e Município de Albufeira tem permitido a aproximação junto de mercados com potencial, nomeadamente na vizinha Espanha, onde Albufeira tem trabalhado em Parceria com cidades como Sevilha e Vigo.
Na sua intervenção, Desidério Silva abordou a recente visita à Tur - Feira Turística, na cidade sueca de Gotemburgo, certame que decorreu entre os dias 25 e 28 de Março. “Para minha grande decepção, naquele mercado escandinavo que foi já um dos grandes pilares do turismo algarvio, encontrava-se apenas um pequeno stand a representar Portugal e fazendo apenas referência aos Açores e à Madeira. Eu pensei que ia encontrar o Algarve. Era o mínimo”, lamentou-se Desidério Silva frente aos empresários. Esta é, de resto uma das próximas apostas de Município e Agência que desenvolverão contactos comerciais e institucionais com várias cidades nórdicas. Em simultâneo, Albufeira assegurou já presença na edição 2011 da Tur.
O autarca aproveitou o ensejo para divulgar que em Maio seria dado a conhecer o Programa de Verão estando também a ser trabalhada uma campanha inovadora para dinamizar a época baixa. Mas deixou o alerta: “não cheguem ao fim do ano e encerrem os restaurantes e os hotéis para férias, caso contrário, andamos a desperdiçar dinheiro e esforços”.
Por seu turno, a APAL, pela voz do seu Vice-Presidente, José Santos, congratulou-se pelo facto de mais empresários hoteleiros se terem associado a esta Agência, mas lamenta que o mesmo não aconteça com os empresários da restauração. Reconhecendo que a cidade de Albufeira está cada vez mais apelativa, mais limpa e mais agradável, os empresários agradeceram este novo impulso financeiro dado à Agência e mostraram-se dispostos a fazerem mais e de modo mais pró-activo.

TORNEIO INTERNACIONAL DE PATINAGEM DE VELOCIDADE - "TROIS PISTES - FRANÇA"





GONÇALO MARREIROS, DO ROLLER LAGOS, TOP TEN NA ELITE MASCULINO

Nas jornadas 2 e 3, disputadas a 4 e 5 de Abril, em VALENCE D' AGEN E GUJAN MESTRAS, GONÇALO MARREIROS foi 7º NA ÚLTIMA PROVA E 9º NA GERAL FINAL. MARTYN DIAS FOI 14º E DAVID PEDRO 17º ENTRE 46 PATINADORES NA ELITE MASCULINA.
A seguna e terceira jornadas daquele que é considerado o maior Torneio de PAtinagem de Velocidade do Mundo foi afectada pela chuva, obrigando a organização a passar algumas das provas da Pista para Circuito de Estrada.

Os atletas Seniores do Roller Lagos voltaram a estar em bom plano. Martyn DIas (1º ano de Senior) repetiu, por duas vezes o 12º posto, tendo caído na primeira prova do terceiro dia, não conseguindo por isso melhor que o 14º lugar na classificação final; David Pedro foi 17º no segundo dia e 16º no terceiro obtendo a 17ª posição final. Gonçalo Marreiros foi aquele que esteve em maior destaque ao ser 7º na quarta prova e 10º na quinta, recuperando bastantes lugares e terminando no TOP TEN, com a 9ª posição.

Nos mais jovens Dina Rodriguez, C.D.R. Prazeres Madeira, não conseguiu repetir o 2º posto em Cadetes Femininos do 1º dia e terminou em 12ª da classificação final, a mesma posição que a Junior - Andreia Canha, também do C.D.R. Prazeres da Madeira.

Em Juniores masculinos Germano Seabra do Roller Lagos foi o 15º da classificação final.

Vídeos das competições em: http://www.rollerenligne.com/fr/news.php?id=9318&pratique=0 e http://www.rollerenligne.com/fr/news.php?id=9321&pratique=0 .
Fotos e resultados completos em:

www.mundopatin.com e http://www.3pistes.com/

A próxima competição será o Nacional de Estrada em Lagos, para Iniciados e Juniores, dias 17 e 18 de Abril. Sendo que no fim de semana seguinte, muitos atletas portugueses, deslocar-se-ão à Alemanha para o Torneio Gross Gerau - que conta com 700patinadores de 25 países.

Paulo Batista

terça-feira, 6 de abril de 2010

Músicas do Mundo e Folk Português nos Artistas



A Sociedade Recreativa Artística Farense apresenta no próximo fim-de-semana um leque de concertos variado e multi-facetado.
Assim, na 6ª-feira, dia 9 de Abril, pelas 23 horas, actuará o duo composto por Fausto Corneo no clarinete e Rui Martins na guitarra. Os 2 conceituados músicos apresentarão um repertório da música popular brasileira e erudita de autores como Pixinguinha, Celso Machado ou Hector Villa Lobos, entre outros.
Também a música ambiente criativa e o improviso farão parte do espectáculo a apresentar pelos 2 músicos que são também professores em diversas instituições de renome na Região do Algarve. Recorde-se que Fausto Corneo é actualmente o 1º clarinete da Orquestra do Algarve e Rui Martins, além de exímio executante, tem várias peças por si compostas que já foram editadas nacional e internacionalmente.
No dia seguinte, sábado, dia 10 de Abril, serão os portugueses Jigsaw a apresentar-se no salão nobre de Os Artistas para uma divulgação do seu trabalho. Considerados pela revista holandesa “Heaven Magazine” como um dos projectos Indie Folk Americana mais interessantes e originais do continente europeu, a banda Portuguesa editou em 2009 o seu mais recente trabalho “Like The Wolf”, o sucessor de “Letters From The Boatman”.
A banda que um dia adoptou o nome da música “Jigsaw You”, composta por dEUS, assumiu agora a linguagem do Indie Folk e é composta por quatro multi-instrumentistas. São eles João Rui, Jorri, Susana Ribeiro e, o mais recente elemento, que se veio juntar ao colectivo após a edição do “Like The Wolf”, Marco Silva.

Para mais informações os interessados podem deslocar-se à Secretaria desta associação farense, sita na Rua do Montepio, nº 10, na baixa da cidade, entre as 20.00 e as 23.30 Horas de 2ª a 6ª-feira, pelo telefone 289 822 988 no horário da Secretaria ou pelo endereço electrónico sociedade.artistas@gmail.com .

“Um dia na pré-história” de Volta a Alcalar




No dia 17 de Abril, o Centro Interpretativo de Alcalar é palco da quarta edição da iniciativa “Um dia na pré-história”, que convida as famílias a passarem um sábado diferente, viajando no tempo até ao quotidiano da comunidade local de há cinco mil anos, numa recriação mais uma vez dinamizada pela equipa do Museu de Portimão.

A par das visitas orientadas por arqueólogos, os participantes vão poder observar e participar em algumas das actividades que garantiam a sobrevivência da população no período entre o neolítico final e o calcolítico, como a caça, a tecelagem, a cerâmica, a ceifa, a moagem, o fabrico de objectos e utensílios, ou o processo utilizado para cozer cerâmica, entre outras experiências.

A necrópole de Alcalar, localizada a cerca de 9 km de Portimão, é composta por cerca de 20 sepúlcros agrupada em vários núcleos e revelando uma grande diversidade de soluções arquitectónicas e ainda por um rico espólio de artefactos, entre os quais almofarizes em calcário e pontas de seta em silex.

As visitas, de entrada livre, podem ser feitas de manhã, entre as 10h00 e as 12h30, e da parte da tarde, das 14h00 às 16h30, sendo que a partir das 09h30 estará disponível gratuitamente um autocarro “Vai e Vem”, com partidas do Museu a cada 20 minutos e paragens no Largo do Dique, em direcção a Alcalar.

Integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Portimão e do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, com o apoio da Delegação Regional do Algarve do Ministério da Cultura e do Comité Português do ICOMOS – International Council on Monuments and Sites.

Mais Informações podem ser solicitadas através do telefone 282 405 230/235 ou do e-mail: museu@cm-portimao.pt.

Tavira assinala Dia Nacional dos Moinhos


No âmbito do Dia Nacional dos Moinhos, a Câmara Municipal de Tavira propõe, para dia 07 de Abril, entre as 14h30 e as 17h00, na freguesia de Santo Estêvão (ribeira da Âsseca), a actividade “Do século XVII à actualidade: as moagens dos Moinhos de Água”.

Esta acção, sob a orientação da arquitecta Marta Santos e investigação do arquivista Óscar Pinto, consiste na descoberta das estruturas moageiras, a qual visa descodificar a sua relação na paisagem, efectuar um enquadramento histórico, interpretar os sistemas construtivos, bem como revelar antigas histórias e lendas de moleiros.

O percurso proposto para a realização desta actividade possibilita, ainda, a revelação das economias de moagem do século XVII e a obra do Benemérito Manuel Nobre Canellas.

A iniciativa é parte integrante do projecto “Moinhos Abertos” da Rede Portuguesa de Moinhos, o qual conta com a colaboração da secção portuguesa da Sociedade Internacional de Molinologia (TIMS).

A autarquia disponibiliza a todos os interessados, transporte para 50 pessoas, a partir do Terminal Rodoviário. A inscrição é gratuita e obrigatória e deverá ser efectuada, através do Serviço Educativo do Museu Municipal de Tavira / Palácio da Galeria.

APRESENMTAÇÃO DO LIVRO "VOZ PERDIDA" DE ISA MESTRE


dia 10 de Abril (sábado), pelas 16,00 horas,na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa - Faro.

"Voz Perdida", com a chancela do Sítio do Livro, é um conjunto de micro-narrativas em que os olhares, as paixões, os gestos e os medos se entrecruzam num verdadeiro jogo de emoções.
Constutuído por 32 contos, este livro é uma viagem solitária pelos labirintos da alma de quem se procura todos os dias, de quem se perde e se encontra, de quem sorri e chora. De quem também se olha por dentro.
A autora, Isa Mestre, nasceu em Junho de 1989, em Almodôvar. Foi vencedora, por duas vezes, do Concurso Literário Elos Clube de Faro - Jovens Autores, em 2006 e 2007, Prémio Jovem Revelação nos Jogos Florais Internacionais da Fuseta nos anos de 2006 e 2007 e arrecadou o 2º lugar no Concurso Sophia de Mello Breyner Andresen e é membro do Elos Jovem do Elos Clube de Faro.

No Teatro das Figuras - João Lima e a Guitarra Electrónica Portuguesa



João Lima [GUITARRA ELECTRÓNICA PORTUGUESA]
Teatro das Figuras, 7 de Abril de 2010 às 21H30 » CICLO
NEM TUDO ISTO É FADO >
João Lima [GUITARRA ELECTRÓNICA PORTUGUESA]
PEQUENO AUDITÓRIO

A guitarra portuguesa é explorada “de forma particularmente criativa, oscilando o seu uso entre uma Stratocaster do Pop Rock distorcido até à mais lírica das frases que evocam o fado”. *
A intenção de utilizar este instrumento descolado da forma mais tradicional, remete-o para um ambiente mais vasto e fértil.
O carácter plástico, determinante na apresentação do espectáculo ao público, é revelado através da utilização de vários recursos multimédia, como a vídeo-projecção e a sonoplastia.
* Por Paulo Lameiro - musicólogo

Duração: 60 minutos
Classificação etária: maiores de 12 anos
Preços: € 5,00

Portimão:TEMPO apresenta projecto “Eye – Height”



Performance, workshop e instalação

O TEMPO – Teatro Municipal de Portimão vai apresentar entre 8 e 17 de Abril o projecto “Eye-Height”, criado pelo músico e artista plástico Ricardo Jacinto e pela coreógrafa e bailarina Beatriz Cantinho, numa abordagem artística em que se conciliam uma performance, uma instalação e um workshop.

Na sala de exposições do TEMPO será apresentada no dia 9 de Abril, às 21h30, a performance “Eye-Height”, na qual músicos e bailarinos criam, sobre um palco instrumento, um espectáculo em que a dança, a música e as artes visuais se encontram sem dependências nem hierarquias, construindo um manto sonoro que proporciona uma experiência essencialmente sensorial e contemplativa.

Os músicos vão tocar saxofone e violoncelo enquanto os bailarinos fazem a performance em cima do palco instrumento de madeira, composto por nove módulos harmónicos sobrepostos e 384 cordas que produzem som, enquanto o público, sentado em almofadas, tem os artistas ao nível dos olhos, característica que dá o título a este projecto experimental, que teve o seu início em 2006, enquanto trabalho de pesquisa.

Idealizado pelas bailarinas Ana Gouveia, Beatriz Cantinho e Marlene Freitas e os músicos Nuno Torres e Ricardo Jacinto, “Eye-Height” passou no final de 2009 por um período de quatro semanas de residência e criação na Fábrica da Pólvora - Centro de Experimentação Artística, em Oeiras, onde decorreu a fase de montagem do palco instrumento e a sua experimentação, através do movimento explorado.

Os elementos da equipa artistica do projecto “Eye-Height” realizam nos dias 8, 9 e 10 de Abril um workshop, inserido no projecto da Oficina do Espectador do TEMPO, no qual os participantes terão uma intervenção dinâmica e imaginativa, trabalhando o som/música e o movimento/dança.

Nos dias 8 (09h30 e 14h00) e 9 de Abril (09h30), este workshop destina-se a instituições e grupos de jovens entre os 12 e os 18 anos, sujeito a marcação e com entrada livre. No dia 10 de Abril (16h00) dirige-se ao público em geral e o preço do bilhete é de 2,5 euros para os jovens entre os 12 e os 18 anos, enquanto para adultos custará 5 euros.

A partir do dia 8 e até 17 de Abril, poderá ainda ser apreciada a instalação criada por Ricardo Jacinto com base neste projecto, e que ficará patente na sala de exposições do TEMPO de terça a sábado entre as 14h00 e as 19h00 e em dias de espectáculo das 14h00 às 21h30, com entrada gratuita.

Beatriz Cantinho, natural de Portimão, desenvolve trabalho de investigação sobre a relação entre a composição coreográfica e o funcionamento dos mecanismos de percepção e construção de imagem, enquanto Ricardo Jacinto, com formação superior em arquitectura e artes plásticas, tem uma intensa actividade de colaboração com diversos artistas, arquitectos, músicos e performers.

Os bilhetes para a performance “Eye-Height” custam cinco euros e podem ser adquiridos no horário de funcionamento da bilheteira do TEMPO. Informações complementares e reservas podem ser solicitadas pelos números 282 402 475 / 961 579 917.

MUNICÍPIO DE LOULÉ E ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DIREITO AO CRÉDITO CELEBRAM PROTOCOLO


No próximo dia 14 de Abril, quarta-feira, pelas 17h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, tem lugar a cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Loulé e a ANDC – Associação Nacional de Direito ao Crédito, com vista ao apoio dos potenciais microempresários no Concelho.

Através desta parceria pretende-se divulgar e promover o Microcrédito, possibilitando a pessoas social e economicamente excluídas a sua inserção através da iniciativa económica, nomeadamente o acesso a empréstimo bancário, desde que preencham os requisitos exigidos pelo Microcrédito.

Destinado a desempregados, desocupados, trabalhadores em regime precário, pessoas com uma boa ideia de negócio e com necessidade de um pequeno financiamento, o Microcrédito é um conceito inovador criado para apoiar pessoas com dificuldades financeiras ou em exclusão. Permite que, quem queira desenvolver um negócio e tenha para isso condições e capacidades pessoais, mas não tenha acesso ao crédito junto da banca, possa contrair empréstimo para esse fim.

Para ter acesso ao Microcrédito é necessário que o preponente não tenha acesso a qualquer crédito bancário, não tenha incidentes bancários, seja empreendedor, pretenda utilizar o crédito na realização de um projecto de investimento e tenha uma ideia do negócio que pretende criar.

O montante de financiamento corresponde a um valor mínimo de 1.000 euros e um valor máximo de 10.000 euros.

No âmbito deste protocolo entre a Autarquia e a ANDC, serão criados três pontos de atendimento no Concelho: Serviços de Acção Social, em Loulé, Centro Autárquico de Quarteira e Loja do Munícipe, em Almancil.

Com o apoio dos técnicos da Câmara, será feita a sinalização e triagem de possíveis candidatos, e todo o processo com vista à criação do projecto, licenciamento da actividade e das instalações, etc..

O Município terá também a responsabilidade de divulgar junto da comunidade em geral, sobretudo de potenciais microempresários, a proposta de Microcrédito, através de diversos meios como publicações municipais, site, etc., bem como realizar acções de sensibilização/divulgação/formação dos seus técnicos, Jutas de Freguesia, Centro de Emprego, associações empresariais e colectividades sobre esta matéria.

Já a Associação terá a incumbência de disponibilizar ao Município toda a documentação e informação relevante para a dinamização da divulgação do Microcrédito, colaborar com a Autarquia em todas as iniciativas que visem a integração dos excluídos por ele indicados ou sinalizados, para acesso ao Microcrédito, e dar nota à Câmara da respectiva aprovação ou recusa dos projectos.

De acordo com aos responsáveis municipais, esta iniciativa reveste-se de grande alcance pois irá dar uma oportunidade a muitas pessoas a quem faltam oportunidades de emprego, muitas delas com grandes capacidades, ideias e iniciativa para a criação do seu próprio posto de trabalho, mas que vêem os seus projectos inviabilizados por falta de meios e condições para recorrer ao crédito. Como tal, o Microcrédito será uma oportunidade que irá facilitar a entrada na vida activa destas pessoas, e uma forma de apoiar o espírito empreendedor, sobretudo dos excluídos socialmente.

ACTA - Espectáculo "A Cova dos Ladrões" em Albufeira




A ACTA apresenta o espectáculo “A Cova dos Ladrões” com texto de Luís Campião e encenação de Paulo Moreira, no dia 15 de Abril, no Auditório Municipal de Albufeira, às 15h30 e nos dias 16 e 17 de Abril, às 21h30. Esta produção resulta de uma parceria realizada entre a ACTA e a Escola Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro, no âmbito do Curso Profissional de Artes do Espectáculo, que se concretiza no acolhimento de seis alunos que estão a estagiar na ACTA durante o período de Janeiro a Junho de 2010 e que integram o elenco deste espectáculo.

Trata-se de um espectáculo que acontece em dois planos dramatúrgicos e cenográficos. Por um lado temos o plano da família, passado dentro de casa onde podemos ver um casal que já não tem nada em comum, onde as conversas são apenas circunstanciais e onde se esconde mais do que se fala.
Por outro lado, existe o plano da rua que é povoado por jovens adolescentes que procuram encontrar a sua identidade numa vivência marginal. São jovens sem referências culturais e morais, em fase de afirmação da sua sexualidade. Usando da crueldade sem arrependimento jogam com a vida dos outros numa busca de se assumirem em relação aos colegas. O ponto de ligação entre estes dois planos, que também se encontram divididos em cena, é feito pelo Bruno, o filho mais novo do casal em ruptura e que faz parte do grupo marginal da rua.
Nas palavras do encenador pretende-se «levar à cena este(s) cru(s) retrato(s) de vida doméstica e de rua, procurando mostrar que esta família podia ser a nossa (ou a dos vizinhos do lado) e que estes jovens não são diferentes de muitos com quem nós convivemos no nosso dia-a-dia em tempo de paz”.
Se é “um texto sem esperança”, não sei. Sei que nos conduz a uma reflexão sobre a nossa sociedade (muito concretamente a portuguesa) e que essa é uma das funções que deve ter o Teatro: levar-nos a pensar sobre a nossa existência e sobre os valores que deveriam moldar os nossos actos sociais. Que possamos sair do espectáculo e dizer como um dos personagens “eu hoje já cresci muito” é o meu humilde desejo. O resto é a magia do teatro, que com pouca “tralha em palco” e muita emoção mediada por actores generosos, faz a ponte de transfiguração entre a realidade e a ficção.»

Este espectáculo conta com a participação dos actores, Bruno Martins, Elisabete Martins e Pedro Mendes e com os alunos finalistas do Curso profissional de Artes do Espectáculo da Escola Secundária Pinheiro e Rosa, César Matoso, Ian Martins, Liliana Vidal, Renato Coimbra, Wilson Benedito e Pedro Pedras na assistência técnica. Os figurinos e a direcção de produção ficaram a cargo de Luís Vicente, a execução cenográfica é de Tó Quintas, a assistência de encenação e a produção executiva é de Elisabete Martins, com desenho e operação de Luz de Octávio Oliveira, operação de som de Pedro Leote Mendes, a comunicação e divulgação por Cristina Braga e o secretariado por António Marques.

O espectáculo tem a duração de uma hora, é indicado para maiores de 16 anos.
A entrada é gratuita.

domingo, 4 de abril de 2010

Resolução da situação financeira do Frense pode estar para breve



foto:scfarense 1910

Solução passa por um projecto imobiliário, como há muito se fala, para o Estádio S. Luís
O presidente do Farense afirmou sábado, durante o jantar de comemoração do centenário do clube algarvio, que a difícil situação financeira do emblema poderá ter resolução “daqui a pouco tempo”, através da venda do Estádio de São Luís.

“A autarquia e o clube têm tido muitas reuniões e feito um trabalho exaustivo para que a situação do Farense possa ser resolvida daqui a pouco tempo”, anunciou o líder do clube da capital algarvia, António Barão.

O projeto urbanístico e comercial para o terreno atualmente ocupado pelo Estádio de São Luís foi entregue em março na autarquia e contempla um hotel de cinco estrelas, clínicas, cinemas e apartamentos de luxo, e outras valências.

O presidente da câmara de Faro Macário Correia, disse que as duas partes “não vão baixar os braços, nem resignar”, uma vez que existe “uma solução, uma luz ao fundo do túnel”, apesar de a questão ser “delicada e complexa”.

A questão da posse do recinto, situado no centro da cidade de Faro, sempre gerou discórdia mas não deverá ser impeditiva para o negócio avançar, tendo o autarca afirmado que o estádio “legalmente é da câmara de Faro mas, por sentimento e espírito, é do Farense”.

A venda do Estádio de São Luís poderá ajudar o Farense a libertar-se do passivo, estimado em mais de nove milhões de euros: “Não nos importamos de começar do zero, desde que o passivo esteja resolvido”, disse António Barão.

“Não quero ver este clube com sentimento de desânimo. Pelo seu historial, o Farense merece estar no escalão principal e tudo faremos para que voltemos a ter grandes tardes de domingo”, assinalou Macário Correia.

O jantar de comemoração do 100.º aniversário do emblema algarvio contou com a presença de outras personalidades, entre os quais dois representantes do Sporting, o presidente da mesa da assembleia geral, Dias Ferreira, e o vice-presidente da direção, Rogério de Brito.

Dias Ferreira recordou os laços históricos que unem os dois clubes, uma vez que o Farense é a filial n.º 2 do clube lisboeta: “Feliz clube que tais filhos tem…”

Os dirigentes leoninos manifestaram o desejo de ver o clube algarvio voltar “ao seio dos maiores o mais rapidamente possível”, garantindo ser para o Sporting “uma obrigação estar ao lado do Farense sempre que necessário”.

Durante o jantar, que contou com a presença de quase 600 pessoas, a direção do Farense entregou medalhas de 50 e 25 anos de filiação aos sócios e distinguiu dezenas de outras personalidades, entre ex-presidentes, ex-atletas e figuras e instituições da cidade.
Fonte: Lusa

22 "lagartas" distribuídas pela UEP e Comandos da PSP de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro


A PSP dispõe de 22 "lagartas" (equipamento de retenção de veículos) distribuídas pela Unidade Especial de Polícia (UEP) e Comandos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, onde ocorrem "mais intervenções policiais" e a criminalidade é maior.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a Direcção Nacional da PSP refere que "faz sentido" as "lagartas" estarem "disponíveis" nos Comandos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, uma vez que estes distritos representam "mais de 60 por cento da criminalidade" e têm a maior densidade populacional, além da ocorrência de "mais intervenções policiais".

"Quanto maior for a densidade populacional, mais intervenções policiais forem solicitadas e onde as operações policiais pelo efetivo empenhado e meios no terreno determinarem o uso do equipamento, é nesses que faz sentido estarem disponíveis para utilização", adianta a Direcção Nacional da PSP para justificar a utilização do equipamento e a escolha dos Comandos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro "em detrimento de outros".

Segundo a PSP, as "lagartas" são utilizadas em "operações policiais de grande envergadura humana e material" e em "situações limite" em que o suspeito esteja em "fuga permanente" e que o "grau de perigosidade" justifique o uso do equipamento.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) adianta que as "lagartas" não se destinam apenas às operações de fiscalização de trânsito.

Para a utilização deste equipamento é necessário que os polícias tenham formação, tendo em conta a sua "necessária colocação e adequação às condições da via".

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, considerou as "'lagartas' um equipamento muito importante", que devia ser utilizado em todas as operações realizadas pela Polícia, sejam elas de trânsito ou não.

Para Paulo Rodrigues, a utilização deste tipo de equipamento policial em todas as operações "poderia limitar a utilização das armas de fogo e até das perseguições".

"As 'lagartas' devem ser utilizadas em todas as operações stop e deve ser divulgada a sua utilização, para que todos os condutores saibam que, se não pararem numa determinada fiscalização da Polícia, pura e simplesmente é acionado esse equipamento", disse, acrescentando que "nas operações de trânsito são várias as situações que os polícias podem encontrar".

O presidente da ASPP, sindicato mais representativo da PSP, considerou que as atuais 22 "'lagartas' não são suficientes" e defendeu que todos os Comandos da Polícia deviam ter pelo menos dois equipamentos, com exceção de Lisboa, Porto e Setúbal, onde se justifica um número superior.

Lamentando serem pouco utilizadas, Paulo Rodrigues sustentou que "não põem em causa a vida e a integridade física dos cidadãos, causando apenas prejuízos materiais na viatura", nos pneus, que ficam furados ou cortados, obrigando à paralisação dos veículos.

Apesar de ser um equipamento caro, o sindicalista disse que é "um bom investimento", até porque "a não utilização deste equipamento, por vezes, obriga a que Polícia tome alguns procedimentos que, depois, o resultado acaba por ser mais caro que o valor desse equipamento".

No passado mês de março, em Lisboa, um homem morreu baleado por um agente da PSP durante uma perseguição após não ter parado numa operação policial.
Lusa

sábado, 3 de abril de 2010

MAIS INVESTIMENTOS E EMPREGOS PARA FARO


O grupo sueco IKEA confirmou que pretende abrir uma nova loja e um centro comercial junto ao nó Faro-Loulé – sendo que parte do de território onde será erigido pertence ao concelho de Faro – que mobilizará 200 milhões de euros de investimento privado e que se antevê venha a alimentar 3000 postos de trabalho. O novo espaço comercial estará aberto ao público em 2015.
A Câmara Municipal de Faro acolhe com agrado e satisfação a escolha da localização em causa, na medida em que se vislumbra a que melhor combina aspectos de acessibilidade e ordenamento do território, observando os critérios atempadamente definidos pela CCDR/Algarve. Será, por conseguinte, um investimento reprodutivo para Faro e para o Algarve, cria emprego e reforça a atractividade da nossa região, designadamente no sudoeste de Espanha.
Também o Grupo HPP anunciou, no dia 30 de Março, a construção de uma nova unidade de saúde em Faro, no valor de 20 milhões de euros. Depois da unidade hospitalar de Gambelas, vai nascer mais um pólo de saúde que qualifica Faro e o Algarve neste domínio.
Mais a mais, a presença destas unidades derrota um agente crítico com que a região se debatia: a insuficiência de cuidados de saúde condignos que prejudicava as populações e para a sustentabilidade do turismo. Estaremos na linha da frente.
Faro está a atrair novos investimentos. Vai continuar a fazê-lo. Em tempos de crise, estes 2 exemplos transportam sinais de esperança e confiança de que o nosso concelho pode vencer os embaraços que atravessa, renovar o seu tecido económico, promover o emprego e a qualidade de vida dos munícipes, lê-se num comunicado da autarquia farense.

MIGNA MALA: concerto imprescindível - hoje, Sábado, 3 Abril n'Os Artistas





Migna Mala Apresentam-se n’Os Artistas

A Sociedade Recreativa Artística Farense apresenta hoje, sábado, dia 3 de Abril, pelas 23 horas, um concerto de Migna Mala.
Migna Mala é um projecto que resulta do encontro de indivíduos provenientes de diferentes áreas, entre elas, o teatro, a música, as artes plásticas, a multimédia e a naturopatia.
Durante a apresentação ao vivo é criado um ambiente sonoro específico, onde os limites da linguagem, a recriação de sistemas de crenças e a utilização da música como instrumento quase terapêutico, induzem o espectador numa viagem onde o verbo sem significado se confunde com o som e definem um léxico sem género, criando uma tensão encantatória capaz de induzir um estado de fruição quase mágico.
Os intervenientes são João Beles, na guitarra e voz, José Mendonça, na voz, Nuno Murta, na bateria e percussão, Paulo Machado, no acordeão e baixo e Daniel Almeida, na multimédia.
Para mais informações os interessados podem deslocar-se à Secretaria desta associação farense, sita na Rua do Montepio, nº 10, na baixa da cidade, ou pelo telefone 289 822 988, ou ainda pelo endereço electrónico sociedade.artistas@gmail.com .

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Vila de Amêijoas dá mais sabor a Olhão na Páscoa




A Vila de Amêijoas, um dos eventos gastronómicos mais característicos de Olhão, está de volta já nos primeiros dias de Abril. Desde ontem até Domingo, dia 4, no Jardim Pescador Olhanense, haverá bivalves e crustáceos para todos os gostos.
Amêijoas, lingueirão, sapateira, ostras na chapa, a vapor ou cruas, cataplanas de amêijoas à Formosa, camarão tigre grelhado ou camarão vermelho da Costa são algumas das especialidades que os visitantes poderão provar de quinta-feira a domingo. Com a abertura oficial a acontecer no dia 1, nos restantes dias o certame está de portas abertas a partir das 12h00 e fecha sempre às 00h00.
Esta é já a 13ª edição do evento, organizado pela Cooperativa Formosa e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Olhão e da Fesnima. O presidente da Formosa, Manuel Augusto da Paz, espera “muita afluência de público, até porque prevê-se que o tempo esteja bom. Aqui poderão apreciar os melhores bivalves da Ria Formosa e não só”, garante aquele responsável. Pelo mesma batuta rege-se o presidente da Câmara de Olhão, Francisco Leal, que convida todos os residentes e visitantes que estão no Algarve nestes dias de Páscoa a deslocarem-se ao certame, “onde temos dos melhores bivalves do Mundo”, garante o edil.
A Vila de Amêijoas foi buscar o seu nome ao prato típico de Olhão que se fazia na altura da Páscoa, precisamente com este bivalve.
Põe-se uma pedra no centro de uma chapa ou de uma lage. As amêijoas dispõem-se com a boca para baixo, em cima da chapa e à volta da pedra, à qual se vão encostando as amêijoas, uma a uma, fazendo circunferências de dentro para fora. Em cima coloca-se caruma de pinheiros ou algo bem seco e dá-se fogo. A boca da amêijoa é sempre voltada para baixo para não sujar a amêijoa quando esta abre com o calor. É importante ter cuidado ao retirar o fogo, para não desmanchar a Vila ou desviar as pedras que a circundam. Com um abano tira-se todo o lume, para que a Vila fique muito limpa. Regam-se as amêijoas com limão, o que lhes dá um sabor especial.

Karate algarvio nos Campeonatos nacionais






Infantis, Iniciados e Juvenis do karate algarvio vão disputar o Campeonato Nacional de Karate, nos mesmos escalões, no próximo dia 10 de Abril em Montemor-o-Velho. Os escalões mais jovens do Karate Clube Loulé, Quarteirense, Karate Clube Albufeira e Clube de Ju-Jitsu e Modalidades Associadas participaram no passado Sábado, 20 de Março, em Lagos, no Campeonato Regional de Infantis, Iniciados e Juvenis. Esta foi a fase Regional para a Zona Sul (Distritos de Beja e Algarve) do Campeonato Nacional de Karate para os escalões de Infantis (6, 7, 8 e 9 anos), Iniciados (10 e 11 anos), e Juvenis (12 e 13 anos). Desta fase regional são apurados os atletas que irão disputar o Campeonato Nacional de Karate, nos mesmos escalões, no próximo dia 10 de Abril em Montemor-o-Velho.
Na lista abaixo seguem os atletas que mais se destacaram na classificação e seus clubes.
KARATE CLUBE LOULÉ
Gustavo Garcia – 1º Kumite Juvenil -45kg

3º Kata Juvenil

Paulo Paulino – 3º Kumite Juvenil -40 kg
Alexandre Correia – 5º Kata Iniciado
Tiago Baptista – 5º Kata Juvenil
Tomas Raimundo – 5º Kata Juvenil
Rafaela Guia – 5ª Kata Infantil
Tomas Parreira – 7º Kata Infantil
Cláudia Graça – 7ª Kata Infantil
Ruben Santos – 9º Kata Infantil
QUARTEIRENSE
Ana Cruz – 2ª Kata Iniciada
Dorin Gujuman – 2º Kumite Juvenil -45 kg
Leonardo Correia – 3º Kumite Juvenil -45 kg
Lúcio Correia – 7º Kata Iniciado
KARATE CLUBE ALBUFEIRA
Bruna Terlica – 2ª Kumite Juvenil -55 kg
Madalena Alegre – 5ª Kata Iniciada
CLUBE JU-JITSU E MODALIDADES ASSOCIADAS
Janice Palma – 2º Kumite Juvenil -40 kg

Bispo do Algarve averte padres para a "falta de oração, tibieza e inércia pastoral"



Na homilia proferida por D. Manuel Quintas na Missa Crismal de 1 de Abril

O Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, advertiu os padres algarvios contra " a tibieza (cf Ap 3,15-17), a falta de entusiasmo por Cristo e a consequente inércia pastoral constituem, ainda mais que os escândalos ocasionais, os factores de maior fragilização da Igreja e da sua missão". Uma frase que, além das críticas e advertências implícitas aos padres e diáconos algarvios em relação a outras áreas ligadas à vida pastoral, pode ser interpretada como uma referência do Bispo, mesmo que de forma suave, integrada na defesa de outros valôres importantes para o fortalecimento da igreja nas comunidades, aos escândalos que ultimamente têm ligado alguns membros da Igreja a actos pedófilos, considerando-os como "escândalos ocasionais". Aliás, recordemos que o próprio Papa já criticou tais actos e os seus autores, uma postura que acabou por apaziguar os espíritos de milhares de cristãos descontentes com a proliferação de tais notícias.
Manuel Luís

Leia toda a homilia do Bispo do Algarve e tire as suas próprias ilacções.

MISSA CRISMAL 2010
Caríssimos padres e diáconos, caros seminaristas, estimados irmãos:
1. Ano Sacerdotal
Esta nossa concelebração da Missa Crismal, em Ano sacerdotal, assume, para todos nós, caros padres, um significado particular.
Agradecidos pelo dom do ministério ordenado, conferido por Jesus aos doze, com Ele reunidos no cenáculo, queremos exprimir, com a renovação das nossas promessas sacerdotais, a nossa resposta e o nosso empenho pessoal em assumir os objectivos propostos pelo Papa Bento XVI para este Ano Sacerdotal:-promover o compromisso de renovação interior de todos os sacerdotes, para que o seu testemunho evangélico no mundo de hoje, seja mais intenso e mais incisivo;-favorecer a tensão dos sacerdotes em ordem à perfeição espiritual, da qual depende a eficácia do seu ministério;-evidenciar a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea” (cf BENTO XVI, Carta de Convocação do Ano Sacerdotal: 16 de Junho de 2009; Discurso à Congregação para o Clero: 16 de Março de 2009).
Os encontros mensais do clero, que temos vindo a realizar; a celebração dos jubileus sacerdotais que hoje queremos evocar (bodas de diamante do Mons. Sezinando, bodas de ouro do Cón. José Rosa e do Frei José Maciel, bodas de prata do Cón. Gilberto); o envolvimento das nossas comunidades na celebração deste ano, particularmente com a adoração eucarística mais prolongada e uma maior disponibilidade para a celebração do sacramento da reconciliação em diversas cidades da Diocese; a próxima visita do Papa a Portugal e a oportunidade de aprofundar a nossa comunhão com o sucessor de Pedro e com toda a Igreja, podem constituir para todos, meios privilegiados para reanimar o “dom de Deus que está em nós”.
Esta concelebração de Quinta-feira santa, em Ano Sacerdotal, vem ajudar-nos, pelo seu profundo sentido de comunhão eclesial de que ela se reveste, a reviver com maior intensidade quer a instituição dos sacramentos da Ordem e da Eucaristia, quer o gesto em que Cristo, na pessoa do Bispo Ordenante, em cadeia ininterrupta iniciada na última ceia, nos impôs as mãos e, pela oração de ordenação, nos conferiu o dom do Espírito, tornando-nos participantes deste mistério insondável de amor (cf Bento XVI, Sacramentum Caritatis n. 11).
2. Não vos chamo servos mas amigos (Jo 15,14) O gesto da imposição das mãos, no dia da nossa ordenação, faz-nos evocar a palavras que Jesus dirigiu aos doze, na intimidade do cenáculo: não vos chamo servos (…) mas amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi do meu Pai" (Jo 15, 15). Nestas palavras, como refere Bento XVI - poder-se-ia chegar a ver a instituição do sacerdócio. O Senhor faz-nos
seus amigos; confia-nos tudo; e confia-se a Si mesmo a nós, de tal modo que possamos falar com o seu Eu: in persona Christi capitis (cf Bento XVI, Missa Crismal 2006)
No gesto sacramental da imposição das mãos por parte do Bispo, foi o próprio Senhor
que impôs as suas mãos sobre nós. Com este gesto, Ele tomou conta de nós, exprimindo posse e protecção: Tu pertences-me. Tu estás sob a protecção das minhas mãos. Tu encontras-te sob a protecção do meu coração.
Gesto que perdura no percurso existencial da nossa vida e do nosso ministério: seja em tempos de “entusiasmo pessoal e pastoral”, seja em tempos “debilidades e desencanto”, ou mesmo de “infidelidades”, e de “duplicidade de vida”, sentindo-nos, por vezes como Pedro, a afundar no “mar agitado” do mundo, mas sempre com a certeza de encontrar essa mão amiga que segura a nossa e nos diz: Homem de pouca fé porque duvidaste! Não tenhas medo! Eu estou contigo. Não te deixo, mas tu também não me deixes! As mãos de Cristo são sempre mãos que defendem, salvam, orientam e permanecem constantemente estendidas, sobre a nossa cabeça, e dão sentido à nossa vida e consistência ao nosso ministério.
Já não vos chamo servos, mas amigos. Este é o profundo significado do ser sacerdote:
tornar-se amigo de Cristo: assumir os seus sentimentos; assumir a mesma doação, a mesma entrega, o mesmo amor; nada fazer por ambição ou vaidade, mas com humildade, não tendo em vista os próprios interesses, mas os interesses dos outros (cf Fil 2,2-5) (cf Bento XVI, Ibid).
3. Conhecer Cristo… estar com Ele Temos consciência da nossa debilidade na resposta ao amor de Cristo. O dom que nos conferiu, é um tesouro que transportamos em vasos de barro (cf 2Cor 4,7). Reconhecemos as nossas fragilidades. Mas também sabemos, que Deus se serve dos fracos, para fazer grandes obras, e que é na fraqueza, que se manifesta a sua graça e o seu poder salvífico (cf 1Cor 1,27).
Conhecer Cristo, em ambiente de intimidade e amizade, particularmente na oração pessoal, como resposta à leitura orante da Palavra, supera tudo o que possamos desejar ou aspirar, inclusive as nossas debilidades. É o testemunho pessoal de Paulo, que no-lo confirma: considero tudo uma perda diante do conhecimento deste bem supremo que é Cristo meu Senhor; por causa d’Ele, perdi tudo e considero tudo como lixo a fim de ganhar Cristo e estar com Ele (cf Fil 3,8-9).
Conhecer Cristo e estar com Ele… eis caros padres, o segredo da fecundidade e da
eficácia do ministério sacerdotal. O tempo dedicado a cultivar a amizade com Cristo é um tempo eminentemente pastoral. É o que depreendemos, igualmente, do testemunho pessoal de João, o discípulo predilecto de Jesus: “O que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplámos e tocámos com as nossas mãos acerca da Palavra de vida (…) vo-lo anunciamos, para que também vós estejais em comunhão connosco. (…) Escrevemo-vos isto para que a vossa alegria seja completa” (1Jo 1,3-5).
Caros Padres, admiro a vossa dedicação; a vossa generosidade serve-me de incentivo no
exercício do meu ministério. Mas gostaria que o apelo que temos vindo a escutar ao longo deste Ano Sacerdotal, nos ajudasse a parar para uma revisão de vida: estabelecer prioridades pessoais e pastorais, assumir um novo estilo de vida, de modo a colocar essa abundante riqueza das vossas vidas ao serviço do que é verdadeiramente prioritário na construção do reino de Deus.
A acção pastoral pode ser esgotante, até mesmo heróica, mas se não nascer da profunda e íntima comunhão com Cristo, o agir exterior torna-se estéril e ineficaz. Só o que anunciamos como fruto do que ouvimos, vimos, contemplámos e tocámos com as nossas mãos acerca da Palavra da vida é portador da força fecunda do Espírito, gerador de vida nova e fonte de testemunho alegre e contagiante de Cristo Ressuscitado.
4. Fidelidade e testemunho: O mundo de hoje, apesar dos inumeráveis sinais de rejeição de Deus, paradoxalmente, reclama que lhe falemos de um Deus que nós próprios conhecemos e tratamos familiarmente, como se víssemos o invisível. E como tal espera de nós simplicidade de vida, espírito de oração, caridade para com todos, especialmente para com os pobres, obediência e humildade, desapego de nós mesmos e capacidade de abnegação e renúncia. Sem esta marca de santidade, dificilmente a nossa palavra chegará ao coração do homem de hoje; ela corre o risco de permanecer vã e infecunda (cf EN 76).
O mundo de hoje vive sedento de autenticidade, de verdade e transparência… E por isso
espera de nós uma resposta clara à exortação que nos foi dirigida no dia da nossa ordenação diaconal e que ele transforma permanentemente em pergunta: acreditas, verdadeiramente, o que lês? Ensinas, em todo o tempo e lugar, o que crês? Vives, fielmente, o que ensinas? Ou, por outras palavras, e reflectindo o lema inspirador deste Ano Sacerdotal: és fiel a Cristo, tal como Ele é fiel ao dom que te concedeu? Fidelidade que se constrói e se vive na constância e na perseverança, na lealdade e na rectidão.
A falta de oração, a tibieza (cf Ap 3,15-17), a falta de entusiasmo por Cristo e a
consequente inércia pastoral constituem, ainda mais que os escândalos ocasionais, os factores de maior fragilização da Igreja e da sua missão.
A fidelidade brota de modo natural e espontâneo quando a amizade é sincera.
Participamos do sacerdócio de Cristo, não por conquista nossa, mas por dom e graça da sua amizade por nós, o que nos exige gratidão e reconhecimento: escutá-lo, vivê l’O (cf Paulo), anunciá-lo, ser sua transparência fiel e verdadeira, já que é Ele a agir em nós. É Ele que deve crescer e não nós. A fidelidade reclama perseverança, porque a fidelidade é o amor que resiste ao desgaste do tempo.
A oração pessoal prolongada, diante do sacrário, foi o segredo de S. João Maria Vianney, para operar, em Ars e em toda a França, a revolução pastoral que todos conhecemos.
Quando os seus paroquianos precisavam dele, sabiam onde encontrá-lo (lê-se na sua
biografia). Um bom pastor, um pastor segundo o Coração de Deus, é o tesouro maior que o bom Deus pode conceder a uma Paróquia, e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina (dizia o Cura de Ars)
Meus caros irmãos, louvemos o Senhor, neste dia, pelo dom do ministério ordenado.
Louvemo-lo pelo dom dos nossos presbíteros e diáconos; louvemo-lo sobretudo pelo que cada um deles é para a nossa Igreja diocesana. Recordemos, com afecto e sincera gratidão, os doentes e idosos, que continuam a oferecer com amor a sua vida ao Senhor. Estimai os vossos Párocos, rezai cada dia por eles e por mim para que, da nossa amizade e fidelidade a Cristo, transpareça a nossa amizade fraterna, e a nossa entrega, sem reservas, ao povo que nos foi confiado, sinal de Cristo Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas.
Permanecei firmes na oração pelos nossos seminaristas e para que o Senhor faça surgir, nas nossas comunidades, vocações de consagração, de modo que não faltem servidores de Cristo e do Evangelho.
Meus caros padres, estimai os fiéis que vos estão confiados e distribuí-lhe, também
através do testemunho magnânimo e generoso duma vida toda consagrada a Deus, os dons de que o Senhor vos fez fiéis servidores.
Confiemo-nos todos à protecção d’Aquela que foi deixada ao discípulo predilecto de
Jesus. Permaneçamos com Ela ancorados em Cristo, tal como nos sugere o nosso programa
diocesano de pastoral. Acolhamo-la no nosso coração e na nossa vida. Seja ela a guiar-nos sempre pelos caminhos de fortalecimento da fidelidade às promessas que hoje renovamos, e de crescimento da nossa amizade com Cristo, como os frutos mais excelentes deste Ano Sacerdotal.
Manuel Quintas, Bispo do Algarve

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Cortelha: Campeonato do Mundo de Motocross MX3 e Europeu EMX2 inicia-se hoje





Os melhores pilotos de Motocross do Mundo começaram a chegar ontem à Cortelha, para aquele que será o primeiro embate da temporada. Os motores já aceleram e a adrenalina começa a subir, num fim-de-semana que se antevê repleto de emoção. Apesar da competição propriamente dita só acontecer no Domingo, o Campeonato do Mundo de Motocross MX3 e Europeu EMX2 inicia-se hoje, sexta-feira, dia 2 de Abril, altura em que as motos são submetidas às verificações técnicas e documentais, que decorrem durante a tarde.
O palco está montado e são esperados milhares de amantes da modalidade, numa jornada inaugural onde todos quererão marcar a sua posição. Logo no Sábado, pelas 10h40, iniciam-se os treinos livres para a competição, sendo que pelas 15h15 se iniciam os treinos de qualificação para a classe EMX2 e às 16h50 os treinos de qualificação para MX3, altura em que se poderá aquilatar da forma em que se encontram as principais estrelas da competição.
Depois do sucesso obtido no ano passado, a organização do evento não hesitou em colocar novamente a Cortelha na rota do Mundial de Motocross, sendo que no dia de Domingo, pelas 09h45, se inicia o espectáculo do Motocross com o “warm up”, aquecimento para as corridas propriamente ditas, que começam pelas 12h00.
Espera-se assim uma tarde de Domingo entusiasmante, com duelos acessos pela vitória, num fim-de-semana de Páscoa em que o melhor motocross passa pelo interior algarvio.

O Bando traz D. Afonso Henriques a Olhão


No dia 10 de Abril, pelas 16 horas, no Auditório Municipal de Olhão, a Companhia de Teatro O Bando recria o tempo em que viveu Afonso Henriques, trazendo um novo olhar sobre a sua dramaturgia e a sua cenografia, actualizando a contemporaneidade inerente, reacendendo com fogo novo as glórias e vicissitudes do nosso primeiro rei.
Considerado o Melhor Espectáculo para a Infância e Juventude pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, em 1983, “Afonso Henriques” é um espectáculo encenado por João Brites que confronta a imagem que se tem do nosso primeiro rei com os diferentes relatos e memórias que foram sendo transmitidos ao longo dos tempos.
O menino Afonso Henriques era aleijado das pernas, sonhou um dia ser um rei invencível contra os mouros e castelhanos, mas quando acordou verificou que as suas pernas eram perfeitas e que no lábio superior lhe crescia um bigode.
Já homem feito, o nosso Afonso Henriques anda de batalha em batalha, quando se lembra que o reino precisa de um herdeiro. As bodas desenrolam-se em Coimbra, casa com D. Mafalda e o seu filho nasce no dia de S. Martinho.
O rei escolhe um punhado de homens e durante a noite ataca de surpresa a cidade de Santarém. Em nome do reino de Deus, estes cristãos da Idade Média matam os mouros adormecidos e conseguem conquistar a cidade.
A partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média, O Bando apresenta-nos o retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador terrível que, em nome do reino de Deus, ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.
Desde o ano de 1974, O Bando criou mais de 60 espectáculos, alguns deles à procura das multidões (Expo`98: Peregrinação), num percurso onde estiveram mais de 4 milhões de espectadores, espalhados por centenas de localidades de Portugal e do Mundo. Esta Companhia de Teatro move-se nos terrenos da utopia, da festa e da experimentação, três modos de ser que definem a sua singularidade – uma utopia que é um desejo de transformação, uma festa que é uma comunhão de energias, uma experimentação que é uma constante procura de sentido para as coisas do mundo.
Com interpretações de Ana Brandão, Guilherme Noronha, Miguel Jesus, Nicolas Brites e Sara de Castro, esta co-produção com o Teatro Municipal D. Maria II, procura despertar o espírito crítico das crianças. Imperdível!

Projecto Valados em Olhão ensina a criar Teatro


Nos dias 10 e 11 de Abril, das 11h00 às 13h00 e das 14h30 às 16h30, na Biblioteca Municipal de Olhão, realiza-se um workshop dirigida por Carlos J. Pessoa, cujo propósito é ensinar “Como Pensar uma Criação de Teatro”.
Esta é uma acção integrada no projecto Valados, rede intermunicipal de centros de formação e de criação, na área das artes do espectáculo, criada no âmbito do Algarve Central. Integra-se num conjunto abrangente e diversificado de acções de formação que a DEVIR/CAPA se propõe desenvolver nos próximos 3 anos (21 workshops/ano) numa parceria com as autarquias de Faro, Loulé, Olhão, S. Brás de Alportel e Tavira.
Carlos J. Pessoa nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e a licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é professor e Director do Departamento de Teatro.
É co-fundador e Director Artístico do Teatro da Garagem. Desde 1989, escreveu e encenou a quase totalidade das peças que a companhia tem apresentado. Tem publicadas as peças Cidade de Fausto, Café Magnético, Pentateuco-Manual de Sobrevivência para o Ano 2000 (ciclo de 5 peças), A portageira da Brisa, 7 Crónicas de Natal para um autógrafo, Ácido, À procura de Júlio César, Rosa da Mouraria, Mágoa, A Morte de Danton na Garagem e Comédia em 3 Actos.
Em 1992 recebeu uma Menção Honrosa do prémio Madalena de Azeredo Perdigão, pela encenação de A Cidade de Fausto; em 1993 recebeu o prémio Texto de Teatro do Teatro na Década do Clube Português de Artes e Ideias, pela peça Café Magnético; em 2000 foi-lhe atribuído o Prémio CyberKyoske99 – Género Drama, pela peça Desertos – evento didáctico seguido de um poema grátis; em 2003 recebeu uma Menção Especial, pelo o espectáculo Circo, pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.