domingo, 1 de maio de 2011

"CRIME SOCIAL" EM FARO: AUMENTOS BRUTAIS SUPERIORES A 50% NO TRANSPORTE EM MINIBUS DA CÂMARA - CFC

"O escândalo foi consumado pela coligação "Faro com Macário" e PS na Assembleia Municipal. CFC com propostas e posição contra", critica o movimento Cidadão com Faro no Coração (CFC), liderado pelo ex-edil José Vitorino,através de nota de imprensa, que transcrevemos.

A sociedade farense e os munícipes estão "estrangulados" e metidos num "colete de forças". A população é "esmifrada", com impostos no máximo; aumentos de taxas escandalosos; e "caça às multas" de vária natureza, como CFC - Independentes Com Faro no Coração tem denunciado e demonstrado.
Agora, a população está confrontada com mais um escândalo. Os títulos de transporte dos minibus da responsabilidade da Câmara vão sofrer aumentos brutais que podem ser superiores a 50% em relação ao atual. Além disso, o circuito de minibus "Faro-Mar e Guerra- Patacão", será extinto no final do atual contrato. As alterações ainda são mais graves porque terão uma duração de 10 anos.
CFC é contra e considera isto um "crime social", por lesar a sociedade farense (em especial os mais desfavorecidos), num meio de transporte utilizado anualmente por cerca de 720 000 pessoas. Será também um desincentivo ao transporte público.
O "crime " começou com uma proposta da Câmara, que o Presidente apresentou como muito boa, mas em que desonestamente escondeu os grandes aumentos de preços para os passageiros. Foi consumado na madrugada de ontem na Assembleia Municipal, com os votos a favor da coligação "Faro com Macário" e PS , no âmbito da abertura do "Concurso Público pela Câmara para concessão de serviço público de transportes", que entrará em vigor no próximo ano. Face aos seus termos, há títulos de transportes.
Na Assembleia, o Grupo Municipal CFC apresentou propostas para que os aumentos não fossem superiores a valores próximos da inflação (conforme a lei) e que se mantivesse o circuito minibus "Faro/Mar e Guerra/Patacão", que não foram votadas porque havia um "esquema" montado para aprovar a proposta da Câmara", conclui o documento CFC.