
10.º Komboyo dos Lokos, 20 de Fevereiro de 2010, em Faro!
O Komboyo Dos Lokos é um desfile criativo que pretende fundir um variado número de vertentes artístico-culturais (malabares, música, percussão, dança, teatro e muito mais) numa acção urbana volante. Organizado pela ARCA - Ass. Recreat. e Cultural do Algarve pela Associação Recreativa e Cultural de Músicos de Faro, Associação Filarmónica de Faro em parceria com a RUA - Rádio Universitária do Algarve.
Os intervenientes do passado e do presente juntam-se livres por uma causa e organizam-se com algo mais para oferecer, com olhos num futuro crescente e necessário.
O tema para este ano é tão Revolucionário como Loko: A BIO ADVERSIDADE SEM REPÚBLICAS!, fazendo a sopa das agendas internacionais e nacionais de 2010 (www.2010aib.org) quando se celebra o Ano Internacional Para a Proteção da Biodiversidade.
O ponto de encontro está agendado para as 16 horas no Liceu João de Deus onde haverá um trocar ideias, energizar de baterias e a oferta de jantar para um máximo de 500 participantes (sem arroz não há verbo!)
O desfile contará com algumas surpresas organizadas e outras mais espontâneas!
No final haverá festa à porta fechada na Fábrica Amarela com intervenientes e público do Komboyo onde se poderá assistir e efectuar as mais lokas intervenções artísticas e comuns, sendo certo que nunca haverá negócio de bar associado. Existirá sim um self service a preço de custo pago à entrada (Mais conhecido pela "vaquinha") que dará para consumir cerveja, vinho e uvas, sentado ou de pé em cima das mesas virados em espiral para um palco loko ao centro...
A história do Komboyo.
O Komboyo dos Lokos surge pela primeira vez em 1998 com um grupo de jovens da cidade de Faro ligados à musica, à percussão, à dança, às artes plásticas, ao fogo, ao teatro, à animação de rua com grande vocação social e internacional e de educação não formal. No início começou por ser uma arruada na forma de desfile espontâneo e algo carnavalesco extemporâneo, portanto, já depois da quarta-feira de cinzas, na qual se passeava efusivamente pelas várias estações (paragens). Os bares eram os parceiros mais comuns destas paragens, onde o komboyo encontrava o apoio necessário à sua realização e existência.
Deste princípio evoluiu-se para estações no meio da cidade, com temas estudados para serem fortes a abrangentes, que motivassem uma organização por etapas na forma como o komboyo se deslocava e apresentava, sugerindo reflexões sobre o futuro, o presente e o passado e aglomerando também artistas de várias nacionalidades, complementado com workshops durante o dia e espectáculos durante a noite.
Com este ritmo crescente chegou até ao 7.º komboyo em 2005, com 400 artistas na composição das carruagens deste evento e a mexer com a cidade de Faro.
Em 2008 o tempo agarrou o 8.º Komboyo fruto do voluntariado de algumas pessoas e associações de Faro, que não queriam deixar de ver o Komboyo a mexer com a cidade o que deu origem ao primeiro komboyo sob o tema «Geração Espontânea» onde se libertaram os pesos da organização pela responsabilidade de cada interveniente, assegurando assim a logística mínima e a recriação máxima. O desfile passou a ser o único objectivo até que...
Após este esforço enorme, a ARCA, Associação Recreativa e Cultural do Algarve, sediada em Faro, e os seus elementos que faziam e se dedicavam a este projecto, acabaram por ganhar a medalha de prata da Câmara Municipal de Faro, pelo seu dinamismo e presença forte na cidade. Mas entretanto, a estrutura tornou-se demasiado pesada para gente voluntária à demasiado tempo, originando assim uma paragem na máquina dos Lokos, tendo estes elementos sido integrados no mundo do trabalho remunerado.
José Farias


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